Cinco dias dentro da sua empresa. De 3 a 5 processos reais de áreas diferentes viram agentes que executam com aprovação humana, política de acesso e uma suíte de testes que prova que estão funcionando — com a sua TI e o seu jurídico na sala desde o primeiro dia.
Quero o diagnóstico executivo → Começa com meio dia com a liderança. Sem compromisso de contratação.A sua empresa provavelmente já tem IA. Licenças distribuídas, um piloto que impressionou numa apresentação, times usando por conta própria. E ainda assim, três perguntas continuam sem resposta:
Ninguém consegue responder com número. A avaliação é "a equipe gostou" — que não sobrevive a uma pergunta do comitê.
Não foi testado contra ataque. Ninguém sabe o que o agente conseguiria fazer se fosse enganado por um documento recebido.
O entusiasta que montou mudou de área. Não há rotina, não há dono, e a coisa apodrece em silêncio.
Nenhuma das três é um problema de modelo ou de fornecedor. São problemas de método e de governança — e é exatamente isso que este programa instala na sua equipe.
Fundamento de manhã, mão na massa à tarde, sobre os seus processos e os seus sistemas. Ninguém começa de uma pasta vazia: o time parte de um kit que já funciona e o evolui para a empresa — que é o caminho com cerca do dobro de taxa de sucesso.
Workshop com a liderança: maturidade das áreas, inventário de processos com nota A/B/C, e a priorização dos 3 a 5 pilotos. Sai com relatório executivo e proposta — e serve de decisão de investimento mesmo que o programa não aconteça.
Relatório executivo + portfólio de pilotos priorizadosAnatomia de um agente, a divisão de trabalho entre pessoa e agente, e os critérios de escolha do piloto. Na primeira hora o time já vê funcionando; no fim do dia, cada área tem a primeira skill própria escrita.
Processo escolhido + 1 skill por áreaCamadas, ferramentas de escopo estreito, MCP, orquestração e proatividade. Cada time conecta um sistema real da empresa — via TI, com escopo mínimo — e roda o processo de ponta a ponta.
1 integração real por área + fluxo demonstrávelIdentidade corporativa, RBAC/ABAC de verdade, classificação de dados e LGPD com o jurídico presente. Demonstração de ataque ao vivo, e os times atacam o agente uns dos outros. Toda falha vira correção e teste.
Matriz de permissões + threat model testado + trilha de auditoriaA suíte de testes do agente, a tabela de causa-raiz (onde corrigir sem inchar o prompt), custo por tarefa e a rotina semanal de operação. É o dia que nenhum concorrente ensina — e o que decide se o projeto vive.
Suíte de evals com placar + business case + rotina definidaManhã de implantação assistida com dados reais. À tarde, cada área apresenta para a banca e para o patrocinador: problema, antes/depois, demo ao vivo, governança, placar e business case. Fecha com compromisso de 30 dias, com dono e data.
Agentes em operação assistida + compromissos assinadosAo mínimo que a tarefa exige, e nada além. O programa ensina ferramenta de escopo estreito — "consultar o pedido X", nunca "acesso ao banco". A regra que sustenta isso: ferramenta que não existe não pode ser enganada. A matriz de permissões por papel é preenchida no Dia 3, pela sua equipe, com a sua TI junto.
Vai acontecer, e não existe defesa completa contra isso — quem promete o contrário está vendendo. Por isso o desenho não depende de o agente resistir: depende de ele não ter poder para causar dano sozinho. No Dia 3 a sua equipe vê o ataque funcionar, vê a defesa segurar, e sai com o modelo de ameaças testado e documentado.
Classificação em quatro níveis, política de acesso por identidade, e um princípio operacional simples: menos dado circulando é menos risco. O bloco é conduzido com o seu jurídico na sala — a política que sai de lá é a da sua empresa, não um modelo genérico.
Ações irreversíveis — pagar, apagar, assinar, publicar — não são executadas por agente, em nenhuma configuração. Tudo que sai da empresa passa por aprovação humana identificada, e fica registrado. O plano de resposta a incidente cabe em uma página e é escrito no Dia 3.
O que a sua equipe constrói são arquivos em formatos abertos, hoje governados por uma fundação neutra com empresas concorrentes juntas. Trocar de modelo é editar um arquivo de configuração e rodar a suíte de testes para validar. O programa é agnóstico por desenho — não porque é elegante, mas porque depreciação de modelo é rotina.
Não é outro curso: é o mesmo programa ajustado ao porte, ao stack e às exigências de conformidade da sua empresa.
| Dimensão | Turma aberta | In-company |
|---|---|---|
| Antes | diagnóstico online | Diagnóstico executivo de meio dia com a liderança |
| Processos | 1 por participante | 3 a 5, de áreas diferentes, priorizados no diagnóstico |
| Governança | papéis simples (dono/equipe/cliente) | identidade corporativa, RBAC/ABAC, LGPD com o jurídico, auditoria formal |
| Stack | ferramentas de PME | integração com ERP/CRM via TI, em sandbox aprovado pela segurança |
| Na sala | quem faz | quem faz + patrocinador executivo (obrigatório no Dia 1 e no Demo Day) |
| Depois | comunidade e mentoria | Implantação assistida de 90 dias, com Agent Ops acompanhado |
| Investimento | por assento | por projeto |
Levantamos os programas disponíveis — plataformas nacionais, pós-graduações, academias dos próprios fornecedores de IA e certificações. Nenhum ensina avaliação e melhoria contínua como currículo, e nenhum faz a ponte entre o técnico e a operação (retorno, governança aplicada, mudança organizacional).
Uma suíte de casos de teste que roda a qualquer momento e diz, com nota, se o agente está bom — cobrindo caminho comum, casos de borda, segurança, permissão e escalonamento. É o que transforma "acho que está funcionando" em relatório defensável.
Trinta minutos por semana com pauta fechada: o que ele fez, quanto custou, o que errou, o que melhora esta semana. É barato e é o que separa quem colhe resultado de quem abandona no terceiro mês.
A política de acesso, o semáforo de aprovações e o modelo de ameaças saem preenchidos com a realidade da sua empresa, testados contra ataque real durante o programa.
Formatos abertos e configuração centralizada de modelo. A sua equipe não fica presa a um produto — e sabe validar uma troca com teste, não com fé.
• já existe IA na empresa, mas ninguém consegue provar resultado
• há processos repetitivos de texto em mais de uma área
• segurança e jurídico precisam estar confortáveis antes de escalar
• existe um patrocinador executivo disposto a estar na sala
• o objetivo é capacidade interna, não terceirizar a construção
• a expectativa é reduzir quadro — não é o que o programa entrega
• ninguém pode dedicar 5 dias de agenda das áreas
• a decisão é comprar um produto pronto e não formar equipe
• não há patrocinador — sem ele o projeto morre na primeira prioridade concorrente
• espera-se resultado sem redesenhar processo nenhum
O investimento é por projeto e depende do número de áreas, do porte e do escopo de integração. O caminho é o diagnóstico executivo de meio dia: ele define quantos pilotos fazem sentido e a proposta sai a partir dele — com o portfólio priorizado em mãos, não no escuro.
Não. O programa trabalha em sandbox aprovado pela sua segurança, e a ordem de conexão é sempre a mesma: leitura em arquivo, leitura em sistema, escrita, e só então envio. Se a TI não liberar nada durante a semana, os times trabalham com exportações e dados anonimizados — a estrutura fica pronta para ligar depois.
Não. O programa não vende plataforma: ensina o método e os formatos abertos que rodam sobre a que você já tem. Se a sua empresa já padronizou uma ferramenta, ela é o ambiente do curso.
Quem faz o processo (é quem tem o conhecimento que vira skill), alguém da TI para as integrações, alguém do jurídico ou de compliance no Dia 3, e o patrocinador executivo no Dia 1 e no Demo Day. O patrocinador é o requisito menos negociável: a diferença entre empresas que colhem resultado e as que não colhem é organizacional.
É o ponto do Dia 4 e do acompanhamento de 90 dias. Cada área sai com dono nomeado, rotina semanal marcada com dia e hora, suíte de testes rodando e plano de 30/60/90. Nos checkpoints o diagnóstico é reaplicado e comparado com o inicial — a evolução de maturidade é medida, não sentida.
De 12 a 30, organizadas em times por área — cada time trabalha um processo. Acima disso, dividimos em turmas para manter a proporção de mentoria, que é o que garante que todo mundo termine a semana com algo rodando.
Não é o que o programa entrega, e os dados não sustentam essa promessa: o caso público mais conhecido de substituição de atendimento por IA foi revertido pela própria empresa por queda de qualidade. O que muda primeiro é a tarefa — o trabalho que cai no vão entre as pessoas.
Pode. O caminho comum é começar pelo diagnóstico executivo e, se fizer sentido, rodar com duas áreas antes de ampliar. Também é possível enviar duas ou três pessoas para uma turma aberta como piloto interno, antes de decidir o in-company.
Meio dia com a sua liderança. Saímos de lá com o mapa de maturidade das áreas, o inventário de processos com nota A/B/C e os 3 a 5 pilotos priorizados — um documento que serve de decisão de investimento mesmo que você não contrate o programa.
Conversa de 30 minutos para entender o contexto e ver se faz sentido.
Diagnóstico executivo de meio dia com a liderança. Sai o relatório e o portfólio de pilotos.
Proposta a partir do que o diagnóstico mostrou — número de áreas, escopo e cronograma.
Quero o diagnóstico executivo →
Ou, se preferir entender o método antes: faça o autodiagnóstico de 5 minutos · veja a versão em turma aberta