Você escreve o que quer ouvir. O sistema planeja a faixa, a arte e a decupagem do clipe na mesma mesa — com a câmera e a fotografia aprendidas de clipes reais já analisados. Aprova por fase, publica na vitrine, sai no canal.
Recebe uma frase e devolve música, capa e clipe. Antes de gastar qualquer coisa, escreve um plano.json com a estrutura da faixa, o conceito da arte e a decupagem do vídeo — e só então executa, fase por fase, com sua aprovação.
Assiste a um clipe e devolve o que a câmera fez: paleta em hex, luz, lente, plano a plano com timecode, cortes por minuto e prompts por cena. Não é transcrição de fala — é leitura de direção de fotografia e montagem.
É o gateway: recebe o comando no Telegram, cria o job, organiza a fila, aciona o worker e devolve o resultado. É por ele que os dois viram um comando de uma linha, sem terminal.
Planejar é barato, executar é caro. Toda a qualidade se decide antes do primeiro centavo — por isso o produto do musicavideo não é o arquivo, é o plano.json.
Pedir “faz uma música sobre X” para um agente genérico entrega uma faixa qualquer, uma capa que não conversa com ela e nenhum clipe: os três saem desconexos porque nunca houve um plano comum. Aqui a estrutura da música, o conceito da capa e a decupagem do clipe são decididos juntos, olhando dois bancos de material medido — estilos musicais (BPM, tom, instrumentação, voz) e referências visuais reais vindas do analisevideo. A execução é só a consequência.
bash musicavideo.sh plano "música de virada, rock feminino,
sobre quem constrói em silêncio e agora cobra"
Você manda uma frase. Sai música, capa e clipe — em fases, aprovando cada parte, e sem gastar nada até você mandar gastar. Tem painel local para ouvir, comparar, mandar para a lixeira e aprovar o que sobe para a vitrine.
bash analisevideo.sh analisa <url|arquivo>
bash analisevideo.sh prompts <slug>
Análise visual e cinematográfica com o Gemini, arquivada num banco local pesquisável. Não é transcrição de fala: sai o que um diretor de fotografia, um montador e um produtor musical enxergam — paleta em hex, esquema de luz, lente aparente, plano a plano com timecode, cortes por minuto, e de 5 a 10 prompts por cena prontos para Kling, Veo ou Seedance.
/musicavideo música de virada, rock feminino,
sobre quem constrói em silêncio e agora cobra
Você manda a frase no chat. O bot cria o job, põe na fila, o worker executa e os arquivos voltam pra você no Telegram — sem abrir terminal, sem ficar na frente da máquina. As fases pausam esperando sua aprovação e retomam quando você responde.
/analisevideo <link do clipe>
O clipe é analisado e entra no banco de referência — o mesmo que o plano da próxima faixa vai consultar. Os dois projetos se alimentam: o que você analisa hoje melhora o que você produz amanhã.
O painel local é onde se decide. A vitrine é só leitura — com uma exceção: o like do público, que volta para o painel.
De sertanejo moderno a folk nórdico e house — cada uma com a solicitação original, a letra, os prompts e a decupagem visíveis na ficha.
Clipes reais analisados quadro a quadro viram o banco de referência visual que o plano consulta.
O código é a URL da página na vitrine — a produção tem endereço fixo, não some no feed.
A grade com as capas e os players, a ficha por MVD-000 com as versões empilhadas e os prompts, e a aba de análises em texto. Os vídeos e as faixas são servidos direto do dataset público no Hugging Face.
É onde as produções saem em vídeo, em formato curto. A vitrine mostra como cada uma foi feita; o canal mostra ela rodando.
O plano é o produto. A música, a capa e o clipe são o que sobra quando as três decisões foram tomadas na mesma mesa.
Vitrine aberta, sem login. As produções também saem no canal @amoanimais2k.