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Área WebMCP · diagnóstico, formação e projetos

Seu site já fala com pessoas. Agora ensine-o a conversar com agentes.

Os agentes da área AGI-ready precisam de algum lugar para agir. Hoje eles chegam ao seu site, tentam clicar, digitar e adivinhar. Com WebMCP, a própria página descreve o que sabe fazer, e o agente conversa com capacidades em vez de operar pixels. Esta área junta o diagnóstico gratuito, o modelo mental, a arquitetura e a Formação WebMCP em quatro fases.

Scanner passivo: coleta evidências sem executar nenhuma ferramenta do seu site.

01 · O que está mudando

O próximo visitante do seu site pode não ser uma pessoa.

Três mudanças no lado de quem visita e três no lado de quem publica. Se você é dono do site, as três últimas são a sua lista.

Quem visita 1

Agentes já operam o navegador

Modelos como o GPT-6 Astra abrem páginas, preenchem formulários e concluem tarefas em nome de alguém. O curso de Computer Use mostra cinco fluxos desses. Sem ajuda do site, o agente trabalha às cegas.

Quem visita 2

Buscar virou perguntar

Cada vez mais gente pergunta a um assistente de IA em vez de digitar num buscador. Quem responde é o modelo, com o que conseguiu extrair das páginas. Aparecer ali é um problema novo, chamado GEO e AEO, e o SEO clássico não resolve sozinho.

Quem visita 3

O padrão está nascendo agora

WebMCP é uma tecnologia experimental, hoje atrás de Origin Trial no navegador. Quem entende as limitações cedo aprende com custo baixo. Quem espera o padrão fechar chega quando os concorrentes já têm ferramentas expostas.

Quem publica 4

O site deixa de ser só uma tela

Além da interface para pessoas, o site passa a ter um catálogo de capacidades para agentes: buscar, verificar, iniciar, confirmar, consultar. A jornada humana continua. O catálogo vem por cima.

Quem publica 5

Descoberta vira requisito

Arquivos públicos como robots.txt, sitemap.xml e llms.txt, dados estruturados em JSON-LD, Open Graph e uma identidade clara da entidade. É o que um agente lê antes de decidir se o seu site vale a visita.

Quem publica 6

Segurança fica com o site, não com o modelo

Confirmação humana antes de mutações, cancelamento, fallback, permissões e autorização real no backend. A regra da formação: nenhuma decisão de segurança é entregue à LLM.

Para o lado de comandar agentes, o que muda no trabalho, o fim do micro-prompting e a arquitetura prompt + skills + contexto + tools + memória + evals, veja a área AGI-ready. Esta página é sobre o outro lado: o site que os agentes visitam.

Abrir a área AGI-ready →

02 · O que é WebMCP

O agente deixa de operar pixels e passa a conversar com capacidades.

Sem WebMCP, um agente precisa localizar campos, clicar, digitar e interpretar o resultado na tela. Com WebMCP, a própria página descreve capacidades, argumentos e respostas, e o agente chama a ferramenta certa pelo nome.

Fluxo WebMCP: você fala com o agente de IA e pede para reservar um curso; o agente entende a intenção e chama a ferramenta adequada no catálogo WebMCP do site, como buscar_cursos, verificar_vagas, iniciar_inscricao, confirmar_inscricao e consultar_status; o site executa a ação e retorna o resultado, uma reserva realizada com protocolo; o agente informa o resultado ao usuário.
Quatro passos. O agente chama a ferramenta, o site executa, retorna o resultado e o agente responde a quem pediu.

Sem WebMCP · o agente adivinha

"Achei um campo que parece ser de busca. Digitei o nome do curso. Cliquei no botão azul. A página mudou. Acho que deu certo, mas não sei se a vaga foi reservada."

O agente opera a interface feita para pessoas. Funciona às vezes, quebra quando o layout muda e ninguém sabe o que de fato aconteceu.

Com WebMCP · o site se descreve

"O site expõe verificar_vagas e iniciar_inscricao, com os argumentos e as respostas definidos. Chamei a primeira, há vaga. A segunda exige confirmação humana antes de concluir."

Ferramentas com nome, descrição, schema e resposta compreensível. O site decide o que é permitido, o que precisa de confirmação e o que pode ser cancelado.

Ferramenta declarativa

Um formulário que já existe vira ferramenta

O formulário de sempre ganha um toolname e uma descrição. Quem já tem a jornada humana pronta começa por aqui: pouca mudança, evidência observável no scan.

Ferramenta imperativa

JavaScript que registra capacidades

A página registra ferramentas com nome, descrição, JSON Schema de entrada e resposta, tratando estado, erros, cancelamento e fallback. É o caminho para capacidades que não cabem num formulário.

Sem WebMCP, o agente opera a sua tela.
Com WebMCP, ele conversa com o seu site.

WebMCP, MCP e Web agêntica é o primeiro módulo da fase Builder.

03 · Diagnóstico gratuito

Antes de estudar, descubra onde o seu site está.

O WebMCP Readiness abre a URL num navegador descartável, reúne sinais observáveis e transforma o scan num plano de correção. Consulta robots.txt, sitemap.xml e llms.txt. Não executa nenhuma ferramenta do site.

WebMCPferramentas declarativas e imperativas, schemas, mutações, confirmação humana, cancelamento, fallback, Origin Trial e permissões
SEOindexabilidade, title, description, canonical, headings, imagens, links, Open Graph e JSON-LD
GEOidentidade da entidade, conteúdo substancial, autoria, atualização, evidências e descoberta pública
AEOperguntas reais, respostas diretas, definições, listas, tabelas e conteúdo extraível

Você recebe nota geral e quatro notas independentes, evidências aprovadas, alertas e bloqueadores, até 12 correções priorizadas e os cursos indicados para cada lacuna. O relatório sai em JSON, com as evidências.

Tela do WebMCP Readiness: descubra o que impede seu site de trabalhar com agentes; campo de URL do site e botão Analisar site; painel de relatório de prontidão em modo passivo com o fluxo URL, scanner e relatório; e as colunas do que o scanner consegue provar e do que exige revisão humana.
webmcp.inema.pro · passivo, descartável e exportável.

O que o scanner consegue provar

  • Contexto seguro e URL final da página
  • Formulários com toolname e ferramentas retornadas por getTools()
  • Definições encontradas em scripts próprios, marcadas como descoberta estática
  • Metadados, headings, dados estruturados e arquivos públicos
  • Sinais editoriais de GEO e AEO na página informada

O que exige revisão humana

  • Autorização real no backend
  • Idempotência das operações
  • Correspondência entre a descrição da ferramenta e o efeito real
  • Se uma definição encontrada num bundle está registrada e executável para todo visitante
  • Indexação, ranking ou citação por IA: o scanner não promete nada disso

Honestidade do diagnóstico. O scan aprofunda só a URL informada; o sitemap é inventariado, mas as páginas dele não são rastreadas nesta modalidade. Os scanners avançados por fase (Builder, Integrator, Agent Developer e Expert) aparecem no relatório como planejados, não como prontos.

04 · A arquitetura de um site pronto para agentes

Descoberta, ferramentas, contrato, estado, controle, permissões, backend e evals.

Oito camadas, na ordem em que a formação constrói. As quatro primeiras são o site se descrevendo. As quatro últimas são o site se protegendo.

Camada 1

Descoberta

O agente acha o site?

robots.txt, sitemap.xml, llms.txt, JSON-LD, Open Graph, canonical e uma entidade com nome, autoria e atualização.

Camada 2

Ferramentas

O que o site sabe fazer?

Declarativas, a partir de formulários, e imperativas, registradas em JavaScript. Poucas, com nomes que dizem o que fazem.

Camada 3

Contrato

Como se chama e o que volta?

Nome, descrição, JSON Schema de entrada e resposta compreensível. A descrição tem que corresponder ao efeito real.

Camada 4

Estado e erros

E quando dá errado?

Estado modelado, erros explicados, recuperação possível. O agente precisa saber onde parou.

Camada 5

Controle

Quem confirma?

Confirmação humana antes de mutações, cancelamento e fallback para a jornada humana quando a ferramenta não resolve.

Camada 6

Permissões

Quem pode chamar?

Cross-origin, permissões e políticas fora do modelo. A LLM escolhe a ferramenta; o site decide se ela pode rodar.

Camada 7

Backend e MCP

Onde mora a verdade?

Arquitetura híbrida: WebMCP na página, autorização e regras no backend, MCP para o que fica fora do navegador. Sem duplicar regras.

Camada 8

Evals e observabilidade

Está funcionando mesmo?

Threat modeling, evals, logs, rollout e governança. É o que separa um experimento de uma operação em produção.

PessoaAgenteDescobertaFerramentaConfirmaçãoSiteBackendRespostaEvalsResultado
Onde cada camada é ensinada: 1 e 2 na fase Builder; 3 e 4 na Integrator; 5 e 6 na Agent Developer; 7 e 8 na Expert. O diagnóstico acima já mede a camada 1 inteira e os sinais observáveis da 2 e da 5.

05 · Dicas para esta semana

Seis correções que o dono do site faz antes de qualquer fase.

Cada dica corresponde a um item que o scanner verifica. Corrija, rode de novo, veja a nota subir.

Dica 1

Rode o scan antes de mexer em qualquer coisa

Anote a nota geral e as quatro notas. Os bloqueadores vêm primeiro no plano de correção. É a sua linha de base, e é grátis.

Dica 2

Publique os três arquivos públicos

robots.txt dizendo o que pode ser lido, sitemap.xml atualizado e um llms.txt que apresenta o site para modelos de IA. O scanner consulta os três em toda análise.

Dica 3

Arrume o básico de SEO que o agente também lê

Title e description reais, um canonical por página, headings em ordem, imagens com alt, Open Graph e JSON-LD descrevendo a entidade. Nada disso exige a fase Builder.

Dica 4

Escreva para quem responde perguntas

Perguntas reais com respostas diretas, definições curtas, listas e tabelas. É o que o modelo consegue extrair e citar. É a nota de AEO.

Dica 5

Mostre quem está por trás

Nome da entidade, autoria, data de atualização e evidências públicas do que você afirma. É a nota de GEO, e é o que faz um modelo confiar no seu conteúdo.

Dica 6

Escolha a primeira ferramenta

Pegue um formulário que já existe e que não muda nada perigoso, como uma busca ou uma consulta de status. Ele vira a sua primeira ferramenta declarativa na fase Builder.

06 · Formação WebMCP do Zero ao Expert

Uma visão geral e quatro fases, organizadas pelo trabalho que você precisa fazer.

Todas abertas e em português. As fases usam JavaScript e são para quem constrói ou coordena quem constrói. Dono de site que não programa começa pela visão geral e pelo diagnóstico, e leva as fases para o time. Cada fase tem quatro módulos de seis tópicos.

Comece aqui · visão geral

Formação WebMCP — Sites e Agentes do Zero ao Expert

Transforme sites tradicionais em aplicações compreendidas e operadas por agentes de IA. Explica os pré-requisitos, a progressão, como as quatro fases se conectam e o projeto final. Inclui o diagnóstico de prontidão.

Abrir a visão geral →
Fase 1 · construir

WebMCP Builder

Transforme sites em superfícies operáveis por agentes usando formulários declarativos, tools JavaScript, JSON Schema, cancelamento, fallback e um validador de catálogos.

  • 1.1WebMCP, MCP e Web agêntica
  • 1.2Ambiente de desenvolvimento
  • 1.3API declarativa experimental
  • 1.4API imperativa
Abrir Builder →
Fase 2 · integrar

WebMCP Integrator

Projete catálogos coerentes, modele estado e recuperação, migre sites existentes e integre WebMCP a aplicações modernas sem duplicar regras nem remover a jornada humana.

  • 2.1Boas ferramentas
  • 2.2Estado, erros e recuperação
  • 2.3Sites existentes
  • 2.4Frameworks modernos
Abrir Integrator →
Fase 3 · orquestrar

WebMCP Agent Developer

Construa agentes de navegador que descobrem, selecionam e executam tools WebMCP com validação, políticas, permissões, cancelamento e loop conversacional observável. Autorização fica fora do modelo.

  • 3.1Descoberta de ferramentas
  • 3.2Execução de ferramentas
  • 3.3Cross-origin e permissões
  • 3.4Loop conversacional
Abrir Agent Developer →
Fase 4 · operar

WebMCP Expert

Leve soluções WebMCP à produção com threat modeling, arquitetura híbrida WebMCP + backend + MCP, evals, observabilidade, rollout e governança.

  • 4.1Segurança
  • 4.2WebMCP, backend e MCP
  • 4.3Evals e observabilidade
  • 4.4Produção e governança
Abrir Expert →

WebMCP ainda é uma tecnologia experimental. A formação torna as limitações do ambiente visíveis e separa evidência observável de garantias que dependem de backend, autorização e revisão humana. Você sai sabendo diagnosticar um site com senso crítico, expor ferramentas compreensíveis, conectar página, agente e backend sem entregar decisões de segurança à LLM, e avaliar riscos, falhas, observabilidade e critérios de produção.

Cursos que se encaixam ao lado

07 · Projetos para colocar a mão

Ferramentas e referências prontas, com código e guia.

08 · Comece agora

O melhor primeiro módulo é o seu próprio site.

Faça o scan, veja as evidências e entre na formação já sabendo quais decisões precisa dominar. Os cursos são abertos. O que muda quando você entra no ecossistema é ter gente, material e acompanhamento em vez de fazer isso sozinho.

Cursos · gratuitos e abertos

INEMA.CLUB

O portal com todos os cursos e projetos do INEMA: trilhas organizadas por nível, busca por tema e as últimas atualizações. É por onde você começa.

  • A Formação WebMCP completa, as cinco páginas
  • Cursos de agentes, AEO, GEO e computer use
  • Projetos com código e guia de uso
Ver os cursos no inema.club →
Comunidade premium

INEMA.VIP

A comunidade de quem está aplicando IA em negócios de verdade: feed curado pelo Nei com o que importa, grupos por tema e o material de apoio de todos os treinamentos.

  • Novidades e análises curadas toda semana
  • Material de apoio dos treinamentos e o que sai antes de todo mundo
  • Gente para trocar ideia sobre o diagnóstico do seu site
Entrar na comunidade INEMA.VIP →
Plataforma prática

INEMA.PRO

A plataforma para quem quer usar IA para crescer na prática: os mais de 400 projetos do ecossistema, as formações e o Cérebro com o conteúdo organizado para consulta.

  • Projetos, skills e agentes prontos para usar
  • Formações como WebMCP e INEMACCBOT, com as áreas INEMA.AGENTES e INEMA.DEV
  • Conteúdo dos grupos organizado e pesquisável
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